quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Estrada de terra sem estrutura cobra pedágio e deixa população indignada

Estrada de terra sem estrutura cobra pedágio e deixa população indignada

Reportagem do Fantástico pegou uma caminhonete e, em 29 dias, passou por 13 estados e percorreu 13 mil quilômetros em busca das piores e mais perigosas estradas brasileiras.

 
Estrada de terra sem estrutura cobra pedágio e deixa população indignada
Fantástico pegou uma caminhonete e cruzou 13 estados em busca das piores e mais perigosas estradas brasileiras.
Segundo a CNT (Confederação Nacional do Transporte), neste ano, aumentou o número de pontos críticos, ou seja, tem mais buraco e mais erosão nas pistas, dificultando a vida de todo mundo.
Na primeira reportagem de uma série de dois episódios, nossos repórteres mostram a situação de rodovias em que há cobrança de pedágio e muita reclamação dos motoristas. Foram 29 dias e 13 mil quilômetros percorridos.

bebê nasce com 22 semanas se forma em CTI neonatal

Bebê nascido com 22 semanas 'se forma' em CTI neonatal

Por: Fernando Moreira em    
Imagens da 'formatura' de Cullen
Imagens da 'formatura' de Cullen Foto: Reprodução/Facebook(USA Children's & Women's Hospital)
Molli Porter, moradora do Alabama (EUA), enfrentava uma gravidez muito complicada. Vários médicos diziam que não havia muito o que fazer para salvar o bebê. O parto na 22ª semana era quase o caminho para o atestado de óbito. Diziam que a chance de sobrevivência era de 2%.
A americana e o marido passaram por 16 hospitais em três estados na tentativa de encontrar um local que pudesse acomodar da melhor e mais segura forma possível o pequeno Cullen, que ainda estava no ventre materno.
Foi quando Molli foi transferida para USA Children’s and Women’s Hospital, em Mobile (Alabama),onde passou por cesariana.
O bravo menino superou todas as expectativas e, para celebrar, a direção do hospital e os pais realizaram uma "formatura" pelos 160 dias passados no centro hospitalar.
Com beca, capelo (o tradicional chapéu de formando) e até música solene, Cullen foi receber na semana passada o "diploma" de "formado em CTI neonatal" nos braços de Jewel Barbour, a enfermeira que cuidou dele nesses meses todos.
O pequeno sobrevivente está pronto para ir para casa. E viver muitas outras formaturas.
"Eles (funcionários do hospital) são maravilhosos. Eles acreditam nesses pequenos bebês e dão a eles a chance de lutar que merecem

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Queridos alunos!
Encerradas as postagens da 2ª etapa.
Para a 3ª etapa que começa aqui, vamos observar o seguinte:
* Não repetir reportagens postadas pelos colegas.
* Capricho na formatação dos textos.
* Não postar textos muito longos, que muitas vezes se tornam repetitivos.
Um grande abraço e boas pesquisas!

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Manas do rap e do rock

De forma deliberada ou mesmo não intencional, o engajamento acaba sendo uma marca no trabalho das novas compositoras goianas. Letras abordam temas como aborto, machismo, racismo e violência contra a mulher, estabelecendo um lugar de fala feminina
“Tantos casos na mídia,
Alguns ficam escondidos
Tanta mulher sofrida,
Com sonhos impedidos
Todo dia uma notícia,
Mostrando humilhação
É sobre isso que se trata
Essa minha canção”,
Mana Black | Foto: Fábio Costa/Jornal Opção
Se o termo “empoderada” ainda não existisse no nosso vocabulário, ele teria que ser inventado para definir a arte e a atitude da rapper Mana Black. Artista independente, Mana Black usa o rap como voz meio de resistência e representatividade da mulher negra contra a opressão social, o machismo e o racismo. “Meu empoderamento vem da força de outras manas que me inspiram, que me fazer continuar. Mulheres de força e guerreiras. Que nos fazem realmente ter orgulho da nossa voz. Não vamos mais ser silenciadas. Vamos ocupar todos os espaços para mostrar como nossa luta é importante e merece ser reconhecida”, dá o seu recado sem delongas.

Essa postura contestadora e nada conformista é marca da artista, que também é atriz e modelo e atua como representante negra e feminista no rap goiano. “Desde que comecei fui atrás das minhas coisas, sozinha. Bati em portas, busquei parcerias, fiz trocas e tem dado tudo certo. Fui atrás das oportunidades. E eu sei que vai continuar assim, porque independente do que alguém falar para mim, eu acredito no meu potencial e de todas nós mulheres”, afirma.
Mana Black começou a cantar em 2017 e já possui cinco músicas autorais no repertório do seu show, sendo quatro delas com videoclipes produzidos e dirigidos pela própria artista em parceria com algumas produtoras. Entre locais pelos quais já passou e mandou a letra estão a Batalha da Freecção na UFG, Batalha da Norocity, Sesc, Sofar Goiânia, Evoé Café com Livros, Diablo Pub, Roxy, Chorinho no Grande Hotel, Galpão Complexo Criativo, Sarau da Bal dentre outros. Um dos momentos mais marcantes de sua trajetória, sem dúvida, foi quando subiu no palco e cantou sua música “Machistas Não Passarão” no show da Karol Conka, durante o 42º Congresso da União Brasi­leira dos Estudante (UBES), em 2017.
O engajamento de Mana Black é explícito em tudo que realiza. Na música “Manas de Poder”, ela aborda a união, resistência e militância entre as mulheres. No seu último videoclipe, “Noticiário”, ela aborda o tema feminicídio e expressa como as mulheres já estão cansadas de ver e ouvir notícias todos os dias da violência, sofridas por conta de uma sociedade machista. “Quanto aos desafios, o machismo e o racismo estão no nosso dia a dia. Se algum machista e racista me fechar alguma porta, eu vou atrás de abrir mais umas mil só para mostrar que, se eu quero chegar, lá eu consigo. Ninguém vai me parar!” Não mesmo. Go, Mana, go!
Salma Jô
Não vai nascer
Porque eu não quero
Porque eu não quero e basta eu não querer
Não vai viver
Porque eu vivo
Sou o deus vivo
Sua razão de ser
De uma praga a um chá
Sabe a índia, sabe a química
Que o seu desencarnar
É da minha natureza
É da minha arquitetura. Salma Jô | Foto: Filipa Andreia
“Particularmente gosto das coisas que são ditas inconfessáveis. Gosto de cavar cada vez mais fundo nos sentimentos.” A declaração dada em entrevista à revista Trip em 2016 revela muito sobre a identidade artística de Salma Jô, rosto, voz e alma da Carne Doce, banda que integra ao lado do marido Macloys Aquino e dos músicos João Victor Santana, Ricardo Machado e Aderson Maia. Antes, Salma foi por dois anos vocalista na banda de rock 70, a Galo Power, quando a música ainda era apenas um simples “escape” para as angústias e rotina da então estudante de Direito de 21 anos. “Comecei tarde. Achei que não tivesse talento para a coisa, que não tinha nascido para isso”, revela.
Foi mais ou menos na mesma época, em 2009, que começou a morar junto com o jornalista Macloys, integrante da banda Mersault e a Máquina de Escrever. Ambos começam a compor canções vindas de conversas à mesa ou à cama, onde discutem suas inquietações, curiosidades, angústias. Foi da união dos dois e seus respectivos “divórcios” musicais (ambos deixaram suas bandas na mesma época) que nasceu o projeto do Carne Doce, que chega agora a seu terceiro ‘filho’: o álbum “Tônus”, lançado neste mês. O disco explora novas nuances, mas não se furta do caráter visceral, não há “entre quatro paredes” que se interponham entre banda e público. As letras fazem com que elas se dissolvam e a intimidade se desvela nua, crua, agridoce, revigorando esse vínculo afetivo tão delicado quanto profundo com seus ouvintes.
Para Salma, no entanto, chegar a esse grau de entrega e de maturidade artística foi fruto de um processo no qual teve que, antes de tudo, encarar suas inseguranças não apenas como compositora, mas como mulher artista. “É difícil para nós, mulheres, enxergarem a possibilidade da carreira artística, pois os homens são mais estimulados a serem mais criativos, mas independentes e perseguirem seus sonhos. Ao passo que as mulheres são desde cedo treinadas a serem mais obedientes e ordeiras, como também a focarem em uma vida mais estável e a ajudarem mais em casa.”
Além desta questão mais abrangente, Salma chegou a pensar que o ofício de compor lhe era algo distante. “Antes de entrar na Galo Power, eu havia conhecido um cara, o Fernando Simplista. Um dia, simplesmente brincando, ele sugeriu de fazermos uma letra. Foi quando percebi que poderia ter essa experiência sempre e que eu poderia ser uma boa letrista. Que compor canções exigia simplesmente o exercício e se dispor a fazer”, recorda-se.
“Tem algo de terapêutico nisto de compor. Ao me inspirar em algum sentimento negativo, em alguma dor que já vivi, em alguma experiência triste e tentar reelaborar isto, de forma poética, não ajuda exatamente a curar a dor, mas viver de forma mais confortável com ela. Isso faz bem para mim sim. Colocar esses sentimentos para fora e ver que outras pessoas se identificam e se emocionam com eles”, afirma Salma Jô, para a qual não há temas tabu.
Até mesmo algo tão delicado, como a experiência do aborto pela qual passou em 2012, já veio à luz por meio de “Artemísia” (letra em destaque). Claro que a exposição e suas consequências é algo que pode assustar e até incomodar o artista, uma vez que lhe foge ao controle a reação e interpretação do público. “Eu já fiquei um pouco ansiosa e já pensei brevemente se eu deveria escrever sobre alguns assuntos. Penso na minha família e pessoas que me conhecem e que podem se assustar com as revelações, mas nunca tive problemas, pois sempre encontrei muito apoio”, revela.
Um exemplo foi a faixa “Falo”, que passou a ser rotulada como “hino feminista”, algo que nunca foi a pretensão de Salma Jô. “Ela passou a ser divulgada, não pela banda, mas por fãs e jornalistas e ouvintes, como uma obra ‘lacradora’. Eu nem gosto desta ideia de ‘lacração’ pois prefiro mais a ideia de debate e problematização. Da mesma forma que foi tomada como ‘hino feminista’, ela foi contestada como ‘hino feminista’, suscitando várias críticas que eu não estava prevendo, por parte até mesmo de pessoas que têm perfil do nosso público. Elas passaram a dizer que não havia legitimidade da minha parte. Até as minhas ações e questionamentos passaram a ser questionadas, pois segundo estas pessoas não teria credibilidade para fazer músicas que contemplassem o discurso feminista. Mas ‘Falo’, antes de tudo, é como todas as outras músicas minhas. A expressão de um sentimento, de raiva e indignação, de uma personagem específico, que tem suas limitações e fraquezas. Então, não acho que ela seja um hino e nem responda às necessidades do feminismo”, desabafa.
Questionada sobre os desafios que a mulher compositora ainda encontra no meio musical, Salma reflete que na Carne Doce, não só por ter a companhia do marido, mas por estar neste lugar de ‘diva’, de compositora, este lugar é um pouco mais blindado do machismo do que as outras posições das mulheres na música. “Acredito que a cantora e compositora sofre menos que a instrumentista, que a engenheira de som e a produtora musical, pois estas mulheres têm que enfrentar os homens e disputar no nível técnico, onde a disputa é muito mais acirrada. A Björk mesmo já até comentou sobre isto.”
Salma Jô credita à pauta do feminismo essa valorização da mulher na música, especialmente no meio independente. “Nós mesmo fomos convidados para alguns eventos por haver uma mulher na banda. Os festivais estão sentindo essa necessidade de contemplar esta representatividade feminina”, diz ela, que não considera a Carne Doce uma banda feminista. “Não é esta minha pretensão e nem acho que seja minha competência. Hoje tudo que é feminino está sendo vendido como feminista. Há vantagens e desvantagens nisto”, pondera.

Combate ao trabalho escravo sofre corte orçamentário no Brasil; 369 mil são afetados

A escravidão moderna atingiu 369 mil trabalhadores no Brasil em 2016. O número é ainda mais estarrecedor em uma perspectiva global: 40,3 milhões de pessoas ao redor do mundo foram submetidas a trabalhos em situações análogas à escravidão no mesmo ano, sendo que apenas o continente asiático concentra 62% desse número. 
Os dados são do relatório Índice Global de Escravidão 2018, organizado pela fundação Walk Free e apresentado na Organização das Nações Unidas (ONU) no mês de julho. A Coreia do Norte encabeça a lista de países com maior incidência de trabalho escravo moderno, onde em cada mil pessoas, 104 tem seus direitos humanos e trabalhistas violados. 
Em segundo e terceiro lugar estão os países africanos Eritreia e Burundi, respectivamente. Ainda de acordo com o documento, 71% das vítimas são mulheres e 15,4 milhões estavam em casamentos forçados.
Escravidão moderna
Na avaliação de Sofia Vilela, Procuradora do Trabalho, as informações do relatório evidenciam que é preciso ir além do conceito de trabalho escravo historicamente conhecido, onde as pessoas estão literalmente aprisionadas, para entender a realidade da escravidão moderna, em que indivíduos são submetidos a condições de trabalho extremamente degradantes. 
A procuradora aponta que, seja no ambiente doméstico, rural ou em empresas, muitos trabalhadores são obrigados a ultrapassar excessivamente a jornada de trabalho e permanecem em ambientes inseguros, sem água e alimentação. Além do trabalho forçado, o conceito de escravidão moderna também inclui a servidão por dívida e outras práticas semelhantes à escravidão. 
“A situação de exploração que tanto era evidente em um período de escravidão que aconteceu no Brasil e em várias partes do mundo, e que em algumas ainda acontece, vai se transformando”, explica Vilela. “Hoje em dia observamos que as formas de exploração dos trabalhadores vão se alterando e consequentemente cabe a sociedade estar vigilante em relação à essa exploração.”
A especialista ressalta a importância do Direito do Trabalho na defesa dos direitos dos trabalhadores e complementa que a escravidão moderna é acentuada em locais onde há maior ausência do Estado e o alto numero de casos é fruto de uma desigualdade social extrema.  
“A raiz do problema do trabalho escravo contemporâneo sempre vai ser a desigualdade social. Não são pessoas ricas ou classe média que estão sujeitas a trabalho escravo São pessoas oriundas de classes mais pobres, em regiões menos desenvolvidas, que acabam se sujeitando a situações de exploração por falta de opção, pela falta de uma atuação do Estado que seja eficaz para diminuir essa desigualdade social”, enfatiza. 
Brasil escravocrata
De acordo com o Observatório Digital do Trabalho Escravo no Brasil, mantido pelo  Ministério Público do Trabalho em cooperação com a Organização Internacional do Trabalho, no período de 2003 a 2017, ocorreram 43.696 resgates de pessoas em situação de trabalho análogo à escravidão no país. O município de Confresa, localizado no estado do Mato Grosso, é o município brasileiro com maior prevalência de resgates, seguido de Ulianópolis (PA), Brasilândia (MS), Campos dos Goytacazes (RJ) e São Desidério (BA). 
Segundo informações do Ministério do Trabalho, no ano de 2017 foram realizadas 88 operações de fiscalização para erradicação do trabalho escravo, enquanto em 2016 foram 115. Em resposta a demanda da reportagem, Ministério declarou que o plano orçamentário para esse fim teve contingenciamento de 52,2% em 2017. 
Em carta-denúncia, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) afirma que há um contínuo desmantelamento das políticas de combate ao trabalho escravo contemporâneo no Brasil, ou seja, há uma ação deliberada para impedir a fiscalização de combate ao trabalho escravo moderno. 
Apesar do Ministério do Trabalho afirmar que, para 2018, não houve contingenciamento orçamentário, a entidade acusa que, no período de um ano, pela terceira vez, fiscalizações planejadas do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) são prejudicadas pela falta de recursos e dificuldades operacionais, como a compra de passagens aéreas.
“Sem fiscalização o mundo do trabalho volta à barbárie. Instaura-se um círculo vicioso de precariedade, de pobreza, exploração e falta de condições de consumo, que afeta o sistema produtivo nacional, com impactos nefastos sobre o desenvolvimento social e econômico do país”, diz a carta. 
Ana Palmira Arruda Camargo, diretora do Sinait, reforça que a situação é preocupante. “Nós estamos combatendo uma chaga social que é o trabalho escravo. Se pra esses locais para onde iriam se dirigir às fiscalizações, se houver um grupo em condição do trabalho escravo moderno, eles continuarão nessa situação”, lamenta “Existe o compromisso internacional de combater o trabalho escravo e ele não está sendo efetivado. Se a auditoria fiscal existe para fiscalizar e não está fiscalizando, o impacto é que o mundo do trabalho está sendo desmantelado”. 
A sindicalista acrescenta que sem as fiscalizações, não há resgates, e portanto, caso comparado com dados dos outros anos, pode ser gerada uma falsa ideia da inexistência do trabalho escravo, quando na verdade, a ausência ou diminuição dos números é fruto da não fiscalização. 
Sofia Vilela também condena a paralisação dos trabalhos de fiscalização. “A partir do momento em que não se prioriza uma atuação no combate ao trabalho escravo por parte do governo, do Estado, do Ministério do Trabalho, e diminui verbas para tanto, acaba-se deixando de lado uma atuação que é essencial, prioritária para minimizar a situação de exploração do trabalho humano”. 
A partir de sua atuação no Ministério Público do Trabalho (MPT), a promotora reforça que as operações de fiscalização tem uma repercussão muito grande em lugares isolados e avalia que é necessário se posicionar contra a retirada de direitos. 
“Temos que avançar nas fiscalizações, no orçamento para as forças tarefas, avançar na delimitação de punição para quem faz esse tipo de prática. Avançar na proteção do direito dos trabalhadores, avançar no sentido de um resgate mais acolhedor dessas pessoas oriundas de trabalhos análogos aos de escravos, e não o contrário”.  
Retrocesso 
Para o Sinait, a reforma trabalhista do governo Michel Temer (MDB) agrava a situação do trabalho escravo contemporâneo no país.
“O trabalho escravo ainda está presente em atividades econômicas no campo e nas cidades. Com a reforma trabalhista, as situações de trabalho precário poderão, com muita facilidade, se configurar escravidão contemporânea. Há probabilidade de avançar por setores em que ainda não há registros desse tipo de exploração”, alerta o sindicato. 
Vilela concorda com o argumento de que a reforma trabalhista de Temer permitiu formas de relação de trabalho muito mais prejudiciais ao trabalhador e representam retrocessos de conquistas históricas. 
“A reforma trabalhista alterou cerca de 200 dispositivos, incluindo parágrafos e artigos da CLT, com uma justificativa de modernização, de desenvolvimento. Mas obviamente o fundo da reforma trabalhista não foi esse. No final, observamos que todos os dispositivos que ali se encontram na verdade servem para favorecer um lado da relação de trabalho, que é o empregador”, denuncia. 
Em maio deste ano, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) colocou o Brasil na lista dos 24 casos responsáveis pelas principais violações de suas convenções trabalhistas no mundo. 
Edição: Pedro Ribeiro Nogueira

Linguagem visual e clima que as paletas de cores dos filmes podem transmitir

O conceito de cores é uma influência essencial para a comunicação de emoções subjetivas, pois o aspecto visual que as cores podem causar em um cenário são muitas vezes o elemento central da narrativa de muitas obras no cinema [VIDEO].
Um filme é uma sequência de várias imagens estáticas que apresentam inúmeras ações cênicasacompanhadas muitas vezes de corestons variados. Isso significa que, as cores representam muito mais do que apenas cores, elas podem ajudar a contar uma história e transmitir as emoções que o diretor [VIDEO] espera que você sinta.

Detalhes que fazem a diferença

Às vezes, pequenos detalhes fazem muita diferença e por serem simples, podem se tornar o elemento mais importante e especial.
Como por exemplo, a menininha vestida de vermelho no filme “A Lista de Schindler”, sendo um destaque em todo cenário [VIDEO] de cores frias e dramáticas.
Existe um conceito na teoria audiovisual de que as cores são um elemento eficaz na comunicação de emoções subjetivas e para audiência, sendo fortemente definida e marcante em alguns Filmes que são referência das famosas paletas de cores, pois estes tons são capazes de gerar diferentes climas e emoções.
Quando você diz que a fotografia de algum filme é espetacular, você também está se referindo a mais técnicas, às cores, luzes e sombras que o diretor escolheu para determinada cena ou até mesmo para o filme inteiro. E cada cor transmite um clima e sensação diferente.

Observe no vídeo abaixo a importância da combinação de cores das paletas e o que cada cor pode transmitir e representar

Alguns filmes abusam em tons mais escuros e azulados para passar um clima frio ou sombrio e outros utilizam cores vivas e de alto contraste, como o vermelho e laranja, para dar a ideia oposta.
Também são utilizadas cores mais neutras como o rosa, violeta e branco, que passam um clima mais calmo e harmonioso. O fato é que se pode aprender muito com a fotografia dos filmes, além de ser algo muito inspirador.
O usuário @CINEMAPALETTES que está em diversas redes sociais como o TwitterInstagram e Facebook, divulga centenas de cenas com inspiradoras paletas de cores de diversos filmes. Confira as paletas de cores de alguns filmes pelo perfil:
Edward Scissorhands (1990) dir. Tim Burton

Ativistas temem escalada de violações aos direitos humanos com Bolsonaro

Esmeralda Arosemena de Troitiño, vice-presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), é uma senhora acostumada a ouvir re...